terça-feira, 29 de setembro de 2009
5ªParte _Império Romano do Oriente_ (Por Maíra)
já ouviu falar de Istambul, na Turquia? Pois bem essa cidade tem história!!!
No passado, ela era conhecida como Constantinopla, o principal centro econômico- político do que havia sobrado do Império Romano. Foi edificada na cidade grega de Bizâncio, entre os Mares Egeu e Negro, pelo imperador Constantino.( aí o motivo do nome da cidade ser Constantinopla).
Com uma localização tão estratégica, logo foi tornada na nova capital do império. Por estar entre o Ocidente e o Oriente, desenvolveu um ativo e próspero comércio na região, além da produção agrícola, fazendo com que se destacasse do restante do império romano, que estava parado e na crise
terça-feira, 22 de setembro de 2009
4ªParte _A Alta Idade Média_ (Por Maíra)
No feudalismo vimos que os aspectos sociais e econômicos se uniram com os culturais e ideológicos. Mas o modo de produção feudal não surgiu do nada. Foi um processo contínuo de ascensão até a decadência. Pode-se dizer que cada região teve sua influência nas características feudais.
O processo de formação do mundo feudal teve um aceleramento a partir do século V, com a queda do Império Romano do Ocidente, iniciando a Alta Idade Média.
As transformações que ocorreram na Europa, que foi dominada pelos bárbaros germânicos,nesse período, resultou em reinos quase sempre frágeis e efêmeros.
Características da alta idade média – do séc. V ao X
formação do feudalismo
Decadência do comércio
Ruralização econômica
Fortalecimento do poder local por meio dos senhores feudais
Ascensão da igreja e do teocentrismo
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
3ªParte_Identidade, continuidade e consciência_(Por Luiz Henrique)
O Império Bizantino pode ser definido como um império formado por várias nações da Eurásia que emergiu como império cristão e terminou seus mais de 1000 anos de história em 1453 como um estado grego ortodoxo: o império se tornou nação.
Nos séculos que seguiram às conquistas árabes e lombardas do século VII, esta natureza inter-cultural (assinalamos: não multinacional) permaneceu ainda nos Bálcãs e Ásia Menor, onde residia uma poderosa e superior população grega.
Os bizantinos identificavam a si mesmos como romanos, e continuaram usando o termo quando converteu-se em sinônimo de helênico. Preferiram chamar a si mesmos, em grego, romioi (quer dizer povo grego cristão com cidadania romana), ao mesmo tempo que desenvolviam uma consciência nacional como residentes de Romania (Romania é como o estado bizantino e seu mundo foram chamados na sua época). O nacionalismo se refletia na literatura, particularmente nas canções e em poemas como o Akritias, em que as populações fronteiriças (de combatentes chamados akritas) se orgulhavam de defender seu país contra os invasores.
Ainda que os antigos gregos não fossem cristãos, os bizantinos os reclamavam como seus ancestrais. De fato, os bizantinos se referiam a eles mesmos como romioi por ser uma forma de reter tanto sua cidadania romana quanto sua herança ancestral grega. Um substituto comum do termo "heleno" (que tinha conotações pagãs) tanto como o de romioi, foi o termo graekos (grego). Este termo foi usado frequentemente pelos bizantinos (tanto como romioi) para sua auto-identificação étnica.
A dissolução do estado bizantino no século XV não desfez imediatamente a sociedade bizantina. Durante a ocupação otomana, os gregos continuaram identificando-se como romanos e helenos, identificação que sobreviveu até princípios do século XX e que ainda persiste na moderna Grécia.
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